A barragem B1 da mina Córrego do Feijão rompeu em janeiro de 2019. O desastre matou 272 pessoas em Brumadinho. Destruiu ecossistemas da Bacia do Rio Paraopeba. O caso gerou o Acordo Judicial de Reparação Integral. Foi firmado em fevereiro de 2021. O valor nominal é de R$ 37,68 bilhões. Assinaram a Vale S.A., o governo estadual e órgãos de justiça.
O portal dedica uma frente exclusiva ao caso na rota Paraopeba. Reúne 467 relatórios da auditoria externa independente AECOM. Os relatórios cobrem 16 eixos temáticos. Entre eles, recuperação ambiental, água, saneamento e mobilidade. Também cobrem a saúde mental dos atingidos.
Outro pilar reúne 645 publicações e notas técnicas. São das ATIs, as Assessorias Técnicas Independentes. Elas orientam as comunidades atingidas nos 26 municípios do Paraopeba. O acervo completo está na Biblioteca.
O portal também mostra a cotação histórica da empresa. Reúne comunicados na B3, a bolsa de valores. Também na CVM, a Comissão de Valores Mobiliários. Tudo fica na página Vale. O objetivo é manter os dados financeiros acessíveis. E o cumprimento das obrigações judiciais. O público que sofreu a tragédia acompanha tudo.