A base de dados do Banco Central do Brasil (BCB)↗ atualizou os indicadores monetários nacionais. O custo médio do cheque especial cobrado aos correntistas bancários atingiu 128,4% ao ano. A taxa básica Selic↗ mantida pelo Copom permanece no patamar de 10,50% anuais. As estatísticas oficiais estão disponíveis no Sistema Gerenciador de Séries Temporais↗.
O índice de inflação oficial IPCA↗ acumulou variação de 4,24% no período de doze meses. Por outro lado, a Dívida Líquida do Setor Público alcançou 61,8% do PIB nacional. O crescimento das despesas financeiras pressiona o orçamento voltado para saúde e educação pública. O monitoramento das contas públicas pode ser acompanhado no Painel de Orçamento.
O cidadão pode interagir com os gráficos históricos no Painel de Orçamento e Economia. Os dados econômicos são atualizados diretamente através das APIs públicas oficiais.
Nas séries abertas do Banco Central↗, o custo médio do cheque especial segue em 128,4% ao ano e a taxa Selic, fixada pelo Copom, em 10,50% ao ano. O IPCA↗ acumula 4,24% em doze meses e a dívida líquida do setor público alcança 61,8% do PIB, conforme o painel do Tesouro Nacional↗ (Banco Central do Brasil, 2026; IBGE, 2026). Os valores são do último fechamento disponível nas séries e podem mudar a cada revisão das fontes.
O cheque especial a 128% ao ano e a Selic em dois dígitos contam a mesma história de sempre. Na Colônia, o minerador terminava devendo à casa de comércio da cidade, e a riqueza do ouro virava juro de mercador antes de virar obra. Hoje a fila mudou de nome, mas o resultado é parecido: juros altos fazem a verba de creche e saúde do município correr para o credor antes de chegar ao serviço. Ler a taxa de juros como um imposto de velha raiz ajuda a entender por que, em muitos estados, a fatia do orçamento paga dívida antiga antes de pagar escola.