“Ela deita sementes para morrerem ou brotarem. Ela semeia sonhos pra ver germinar sobrevivência.”— Itamar Vieira Junior, Coração Sem Medo, 2025
CONTROLE POPULAR
Portal virtual do ONSA — Observatório Nacional Socioambiental. Com raízes na História e Geografia, esse portal se utiliza da tecnologia da Inteligência Artificial (IA) pra somar na busca por justiça socioambiental e fiscalização cidadã, acessível pela internet, gratuitamente e sem cadastro por qualquer celular ou computador.
Conheça os 3 Eixos do Portal
Direitos em Movimento1.
Terra e Territórios2.
Estado e Economia3.2. Terra e Territórios
Reúne dados de 203 cidades estratégicas no radar, licenciamento ambiental do ONSA em 11 estados, 942 barragens de mineração (SIGBM), Cadastro Ambiental Rural (CAR), demarcação de terras indígenas e quilombolas, poligonais minerárias e bacias hidrográficas.
MONITORADOS AGORA
R$ 251 bi
Soma pública: Rio Doce (R$ 171 bi) + Brumadinho (R$ 37,7 bi) + Justiça MG (R$ 20,1 bi) + cidades monitoradas (R$ 22,7 bi)
CIDADES NO RADAR
203
27 capitais e 176 polos estratégicos mapeados em todo o Brasil
PROPOSIÇÕES FICHADAS
1.389
Projetos de lei e atos oficiais analisados com régua de direitos humanos
Reunindo dezenas de portais e dados públicos, estamos cobrindo milhares de contratos, convênios, licenciamentos ambientais, pesquisas e autorizações minerárias e de barragens, legislação ambiental e de direitos humanos unificada, e o orçamento detalhado das prefeituras, governo de Minas, Congresso Brasileiro e Instituições de Justiça.
Busca por tema, palavra-chave e território →203 Cidades Estratégicas (Capitais & Polos) →Alertas & Notificações (Telegram, E-mail & WhatsApp) →Páginas mais vistas →
SEIS FRENTES, UM OLHO SÓ
Cidades
A conta de quem paga, aberta: contratos, orçamento, obras e a atuação de cada vereador da sua cidade.
Abrir a frente →Pergunte ao Seu Nonô
IA Cidadã Livre (Sabiá 7B)Tire dúvidas sobre orçamentos, contratos, leis, indenizações e denúncias com inteligência artificial popular.
Procurando sua cidade? O primeiro card abaixo é o seu.
Para onde vai o dinheiro da sua cidade
Contratos, fornecedores, orçamento, obras e a atuação de cada vereador — a conta de quem paga, aberta na tela, com os serviços do dia a dia reunidos no mesmo lugar.
O que decidem sobre seus direitos — antes de você sentir
Projetos de lei federais por tema, comissão e bancada, com uma análise fundamentada de quais direitos cada proposta amplia ou restringe — e o ofício pronto para você se manifestar.
- 5.500+ proposições de 2026 acompanhadas
- Análise garantista × reducionista auditável
- Comissões e frentes parlamentares
- Gera ofício de apoio ou repúdio em PDF
Quem ocupa, quem indicou, quando vaga
O único Poder cujos membros ninguém elege. Composição de cada tribunal, quem indicou cada ministro, e a data em que cada um é obrigado a se aposentar — calculada por lei, não por boato.
- Data de aposentadoria de cada ministro (75 anos, por lei)
- Quantas cadeiras cada Presidente já indicou
- Toda indicação enviada ao Senado, aprovada ou rejeitada
- Origem de cada cadeira: carreira, OAB ou Ministério Público
Meio Ambiente — quem autoriza, quem licencia, quem responde
Um observatório nacional do que a sociedade decide — e do que as empresas respondem — quando o assunto é ambiente. Em Minas, a pauta do COPAM (454 reuniões, item a item), as 19.704 licenças por município, setor e classe de risco, e as 6.378 normas estaduais. Do país inteiro, as 909 barragens do cadastro da ANM, as 8.940 normas federais do MMA e do CNDH e os processos ambientais que correm na Justiça (SIRENEJud/CNJ). E, em observação, os dois maiores desastres ambientais do país: o Acordo do Rio Doce (Mariana) e a Vale S.A. (B3/CVM).
- COPAM: pauta de cada reunião, item a item, por município
- 19.704 licenças ambientais, por município, setor e classe de risco
- 909 barragens do cadastro nacional (SIGBM/ANM) e as de Minas, nunca somadas
- 6.378 normas de Minas e 8.940 federais (MMA/CNDH), numa busca só
- Processos ambientais na Justiça, município a município (SIRENEJud/CNJ)
- Mariana e a Vale: os dois maiores desastres, em observação
De quem é a terra que ninguém declarou
Mapa 3D do território de Minas Gerais — o que o papel registra e o que ele deixa de fora: terras indígenas, a área que a água alcança se uma barragem rompe, e o que é mina em operação separado do que é só requerimento no papel. E o vazio cadastral — quanto do território de Araçuaí, Diamantina e Itinga não tem imóvel rural declarado no Cadastro Ambiental Rural, estimativa com taxa de erro medida (30% da amostra checada a olho não se confirmou) publicada ao lado do número.
- Terra indígena, mancha de barragem e mineração, em Minas inteira
- Área sem imóvel rural declarado no CAR, por cidade
- Denominador explícito: o município inteiro, pela malha do IBGE
- Taxa de erro medida a olho em 40 polígonos sorteados
A reparação de Brumadinho, acompanhada mês a mês
Quem é atingido por barragem não é vítima que espera: é sujeito de direitos que cobra. Este painel existe para essa cobrança — a reparação pelo rompimento da barragem da Vale em Brumadinho (25/01/2019, 270 mortes) acompanhada com documento: clipping de imprensa desde abril de 2024, linha do tempo do processo, os órgãos e organizações que atuam na reparação — a maioria sem entrada em nenhum outro lugar do portal — e o auxílio emergencial pago mês a mês, com os documentos do processo judicial que citam cada município da bacia. Reparação não é concessão: é dívida — e dívida se cobra com documento.
- Clipping de 149 notícias (abr/2024–jul/2026), filtrável por tipo e período
- Linha do tempo com os 23 marcos do processo, do rompimento em 25/01/2019 à ADPF no STF
- 18 órgãos e organizações que atuam na reparação — 16 sem entrada em outro lugar do portal
- 9 pagamentos do Novo Auxílio Emergencial e os documentos do processo que citam cada município, com link e citação
Direitos em Movimento
Sofreu ou viu uma violação de direito? Que lei protege, onde buscar ajuda, como pedir informação e como denunciar — reunidos num lugar só, sem precisar saber em que frente do site cada resposta mora.
Entrar em Direitos em Movimento →Por que mais de um portal
O poder público se divide, e cada parte decide algo diferente: o dinheiro é executado na prefeitura e na câmara municipal, os direitos são definidos — e às vezes reduzidos — no Congresso, e é o Judiciário quem interpreta essas leis e resolve os conflitos, sem que ninguém tenha votado em quem ocupa essas cadeiras. A isso somam-se três frentes que não são um quarto Poder: duas são onde o Estado decide sobre o território — o licenciamento ambiental de Minas e quem é dono da terra —, e a terceira acompanha se uma reparação já decidida na Justiça está sendo paga de verdade, mês a mês. São seis ao todo, e acompanhar só uma deixa boa parte da história de fora.
“Para que serve a utopia? Serve para isso: para caminhar.”
O povo pergunta. O número não mente.
De Vila Rica a Salvador, do sertão do Quebra-Quilos à Serra da Barriga, das sacadas de Diamantina ao Anhangabaú lotado: o povo deste país sempre perguntou, sempre se organizou — e sempre achou um jeito de cantar no meio do caminho. Direito não é favor, não é concessão, não é promessa. E o dinheiro continua sendo seu.
“O que a vida quer da gente é coragem.”
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