Minas Gerais arrecadou R$ 123,6 bilhões em 2024. O dado vem do Balanço Geral do Estado. O valor cresceu 11,6% sobre os R$ 110,8 bilhões de 2023. Os números aparecem no Painel de Estado e Economia.
O ICMS somou R$ 81,53 bilhões em 2024. ICMS é o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços. É o principal tributo mineiro. Cresceu 13,2% no ano. A indústria de transformação respondeu por 50,91% do imposto. O comércio ficou com 32,12%. Os serviços ficaram com 16,38%. O IPVA, imposto sobre veículos, gerou R$ 10,6 bilhões. Por regra constitucional, 40% ficam no Tesouro estadual. Outros 40% vão para o município de emplacamento. Os 20% restantes vão para o Fundeb, o fundo da educação básica.
A União enviou R$ 25,8 bilhões ao governo mineiro em 2024. O valor equivale a 17,12% da receita corrente bruta. A RCL, a Receita Corrente Líquida, fechou em R$ 103,47 bilhões. A LRF é a Lei de Responsabilidade Fiscal. Ela usa a RCL para calcular o limite de pessoal.
O sistema de justiça de Minas custou R$ 12,3 bilhões no último ano. O grupo reúne o Tribunal de Justiça, o Ministério Público e a Defensoria Pública. O valor absorve 11,5% de toda a despesa do estado. É o segundo maior custo judiciário do país.
O portal monitora as compras lançadas no PNCP↗. PNCP é o Portal Nacional de Contratações Públicas. Foi criado pela Lei 14.133. O sistema reúne contratos e editais de vários órgãos públicos. Aponta alertas de concentração de fornecedores. Também mostra contratos feitos por dispensa de licitação.